Thursday, December 07, 2006

Violência Doméstica

Valdelirio José de Pereira Cabral

Paulo Giovani G. Pereira

A partir do momento em que a mulher passou a ter direito ao voto, a perseguição e o preconceito aumentou. Se antes desse passo de ousadia já vinha sendo cometida violência contra mulheres, ao passar do tempo a coisa só aumenta.

Mesmo as autoridades tendo desenvolvido delegacias de apoio e proteção a mulher, nem mesmo assim a violência diminuiu.

Os casos se diferenciam, envolvem todas as idades e classes sociais, as mulheres são espancadas violentamente dentro de sua própria casa. Aquilo que parece no começo um mar de rosas, troca de carícias, declarações de amor e todas as coisas corriqueiras no desenvolver do relacionamento, de uma hora para outra, ou por algum motivo, acaba terminando em lágrimas e hematomas.

Em alguns casos ficam seqüelas e retardos irreversíveis para algumas mulheres. Ainda no começo do mês de novembro de 2006, por eventualidade, deparei-me com um caso semelhante na escola. Uma garota com apenas 17 anos de idade, depois de ter conhecido um cara, relacionando-se com ele durante três anos, acabou vítima de violência.

E para mim, que estou desencadeando um trabalho sobre o assunto a pedido da professora de português foi, sem dúvida, bastante surpreendente, principalmente por ter conhecido a garota em situação tão complexa .

Ela me relatou alguns detalhes. Falou como foi bom ter conhecido ele e por ele ter sido seu primeiro amor e ponto de partida para grandes sonhos e descobertas de uma vida inteira.

Projetavam compras, filhos e no mais, um relacionamento tranqüilo e normal, um cara carinhoso com muitas qualidades, totalmente improvável da parte dela pensar que um dia poderia enfrentar e fazer parte de tal situação futura .

O que parecia um sonho, de uma hora para outra se transformou em um pesadelo. Por uma simples crise de ciúmes, ele perdeu o controle e a atacou brutalmente, torceu seus braços, quebrando um dos dedos da mão na maior covardia.

Mas, contudo, na minha opinião, esse ainda foi um caso tranqüilo ao nível de Brasil. As autoridades se empenham para punir e atender todos os casos, mas sabemos que estão longe de concretizar esse projeto, porque violência desse tipo, na maioria das vezes, infelizmente, passa impune. Por a mulher ser sexo frágil, e ser mais inferior ao homem na visão da massa machista dos homens, a mim e ao colega que estivemos fazendo trabalho sobre o assunto e de certa forma por dentro do caso da minha amiga que chamarei de Rosângela.

E por ter a nossa opinião completamente formada contra a violência, seja ela qual for contra mulheres, só nos resta esperar e torcer para que as autoridades ainda um dia possam resolver a maioria dos casos, ou por completo, da violência contra a mulher.

O Sistema Carcerário

Beatriz Guedes
Hilce Lima
Sandro Guedes


A palavra SISTEMA, por si, já diz tudo: é um conjunto de normas e princípios que formam algo maior, tipo: Sistema Único de Saúde, Sistema ou Secretaria da Educação, Sistema Penitenciário ou Carcerário.

São sistemas criados para normalizar, organizar e manter as regras aplicadas dentro do complexo, porém, como tudo em nosso país, funciona a meio o nada em quaisquer pontos, que muitos destes tão somente são intitulados como tais e que na real nada do sistema existe.

Nossas penitenciárias também deixam muito a desejar do tal sistema que se encontram em caos total.

Nossas penitenciárias estão em defasagem e abandono, nas mãos de bandidos e traficantes, os nossos governantes ou temem os detentos ou lhes convém às atitudes destes.

As penitenciárias estão super lotadas, a capacidade não acompanha a demanda, os detentos vivem em precárias condições tanto higiênica quanto psicológica. Para tanto, chamam atenção do PODER PÚBLICO, fazendo rebeliões onde causam mortes tanto de seus companheiros, servidores públicos e pessoas transeuntes. Muitos desses servidores são queima de arquivo que, corrompidos, foram calados, sucumbiram nessa guerra sem sentido.

O poder, dentro das penitenciárias, torna-se maior que o PODER PÚBLICO. Os mais poderosos comandam o crime de dentro de suas próprias celas, dominam os quatro cantos do país, chegando ao exterior.

Podemos acreditar na grande força desse poder através das barbáries que aconteceram ainda este ano em São Paulo, onde durante dias, com celulares em mãos organizaram uma verdadeira guerra, matando, destruindo e distribuindo pânico por todo o país, procurando chamar a atenção do mundo, mostrando abertamente quem manda no Brasil. Somos reféns dos bandidos, nossa segurança não nos dá segurança alguma, tanto é consciente nosso perigo que em reportagem no jornal Pioneiro do dia 13 de outubro de 2006, p. 22 a seguinte nota: “Policiais levam 50 milhões”. Conta a nota que policiais extorquiram essa quantia dos integrantes da quadrilha que praticou o maior assalto do país em 2005. Onde e a quem recorreremos?

Talvez devemos pedir justamente ao oposto, os que mesmo aprisionados conseguem o que mais precisamos do lado de fora, pois a eles tem sempre pessoas dispostas a ajudá-los, profissionais que de alguma forma tentam recuperá-los e devolvê-los a sociedade, psicólogos, professores, comerciantes, até agricultores e artistas fazem de tudo a fim de inseri-los no mercado de trabalho com alguma profissão .

A tentativa destes profissionais, na esperança de recuperação, por vezes torna-se frustrante e desgastante, pois com dedicação e vontade procuram amenizar o sofrimento desses indivíduos atormentados por seus crimes. Independente do grau do seu crime encontram-se como animais amontoados em um cubículo quadrado sendo até sexualmente usados uns pelos outros.

As conseqüências dessa vida carcerária são assustadoras, porque com o auxílio de terceiros, aos olhos do poder público, parte destes indivíduos significa uma enorme renda per capta terceirizada, sem valorizar os direitos humanos, seja enjaulado na cadeia, seja enjaulado em casa, pois o povo vive preso e aterrorizado, sem as regalias de muitos carcerários. Quando um familiar nosso é morto por engano, confundido com ladrão ou criminoso, ou ainda por uma bala perdida, não aparece alguém disposto a curar nossos traumas. Quando seqüestram nossos filhos ou saqueiam nossas casas, tirando-nos o pouco que levamos tanto tempo para adquirirmos, não... não temos nada disso, se quisermos acalmar nossos corações vamos a procura da ajuda e não a ajuda vem a nós.

A solução para esse caos, acreditamos estar em nossos governantes, porém, infelizes somos nós em estar em suas mãos, pois disposição e vontade em lutar pelo povo, é visível, melhor dizendo, invisível aos nossos olhos, parece mesmo que é uma luta contra o povo, talvez aplicando uma lei mais rigorosa independente do crime cometido. Talvez a pena de morte, ou quem sabe a prisão perpétua amenizasse a situação e desestimulasse novos criminosos, porém, essas leis tem pontos negativos, tais como os direitos humanos e o direito a uma nova oportunidade, o que infelizmente nem sempre é possível. Em contrapartida, nossas leis tornam-se aplicativos quase que diariamente aos ladrões de galinha, de salame, de alimentos, entre outros menos importantes.

Quisera nós termos um Poderio com visão e capacidade de soluções, acabando de vez com essa bola de neve que se tornou o submundo do crime, investindo mais nas crianças que hoje vivem em meio a essa lição de NÃO vida, aplicando especialmente na educação, na cultura e na alimentação (não dando esmolas e sim, fazendo com que valorizem o investimento), desviando sua atenção da marginalização e da escravidão do dinheiro que o tráfico de drogas lhes proporciona.

Sabemos que existem inúmeras entidades, mil e tantas pessoas mobilizadas, mais mil e tantos artistas, empresários em busca de meios de transformar essa vida sem futuro de tantos inocentes, contudo, não basta, necessitamos de muito mais para tirar as armas das mãos dessas criaturinhas, que muitas pesam menos que o peso das armas, tirar as drogas dos adolescentes que abreviam seu espaço de vida, porém, além do poder público fechar os olhos, muitas vezes ganham as glórias pelos feitos de terceiros, anônimos compadecidos com a miséria, a falta de emprego, falta de estímulos, incentivos e tudo de errado que acontece nas periferias de nosso Brasil.

Precisamos educar nossos filhos e nossos netos, precisamos dar aos filhos do Brasil dignidade e princípios para que valorizem a vida e não os valores que possam obter da vida. A falta de confiança em nosso governante e a falta de governo pode, sim, gerar a decadência da honestidade e respeito no ser humano pelo ser humano.

Wednesday, December 06, 2006

Drogas ou Entorpecentes

Diego dos Santos de Mello



É uma substância que provoca dependência. Muitas vezes faz com que façamos coisas em nome dela – tanto o consumidor como o traficante que vende.


O consumidor de drogas não mede esforços para conseguir a droga: ele rouba, mata, tudo em nome do seu vício.


Mas o traficante, na maioria das vezes, não consome, ele faz o trabalho que às vezes todos ficam pensado como pode ser tão organizado, pois eles têm o cuidado e o trabalho de planejar como a droga vai entrar na cidade e até mesmo no país, pois conseguem fazer com que a droga circule por muitas mãos, mas tem o controle de tudo e ficam cada vez mais poderosos e ricos.

Drogas Legais

São aquelas vendidas em farmácias e, até mesmo, em supermercados. Nós consumimos muito elas. São os medicamentos que muitas vezes suas fórmulas são fortes demais e nós usamos sem controle médico. A outra droga legal é o cigarro, que cada vez mais os índices mostram que provocam danos enormes para a saúde.


Outro que bate recorde de consumo é o álcool.

Drogas Não Legais


A lista de drogas não legais é muito maior do que se imagina. Algumas delas são:

maconha, cocaína, loló, craque e muitas outras.


A maconha, por exemplo, é uma planta e os índios utilizam muito ela de forma medicinal. A cocaína é extraída da folha da coca, ela é usada como anestésico ou entorpecente.

Devemos estar bem cientes das reações das drogas porque muitas vezes criticamos as pessoas que usam e temos preconceito, só que quando isso acontece em nossa família não sabemos como tratar o caso.


Em primeiro lugar, temos que começar observando nossos filhos, se seu comportamento está diferente, porque muitas vezes os pais são os últimos a saber que o filho é usuário de drogas, geralmente só ficam sabendo quando eles praticam delitos e ficam imaginando como começou ou quando.

Saturday, December 02, 2006

Distribuição de Renda no Brasil

Romilda Batista Domingues
Abel Mendes Garcia
Samuel Santos

Este trabalho está sendo desenvolvido para mostrar a má distribuição de renda no nosso país, que tem sido muito mal distribuído no Brasil.

A distribuição de renda no brasil poderia ser bem mais adequada. Em energia elétrica, agricultura, saúde, emprego, educação, habitação, saneamento básico e também investido nas micro e pequenas empresas que geram trabalho para nosso pais.

Mas quando a distribuição de renda é mal feita, as causas e as conseqüências são: violência, drogadição, prostituição, a baixa escolaridade e a desigualdade social para a nossa população.

São os fatores históricos e culturais do nosso país, desde muito, muito tempo atrás, a renda no Brasil é muito mal administrada entre a população, aonde as pessoas que já tem uma renda suficiente cada vez mais acumulada.

A política econômica é voltada para os grandes empresários, aonde muitos deles não pagam seus impostos em dia, são sonegadores extremos, porque se os impostos forem arrecadados como a lei manda, este dinheiro poderia ser usado para uma distribuição justa e com igualdade social para nosso povo.

É fundamental que a política pública seja voltada para o social, a distribuição mais igualdade e para mobilização social do país.

Uma pequena parcela da população a maior parte das riquezas do país, onde a maior parte da população não tem acesso a escola, creche, hospital, lazer, cultura e uma vida com dignidade. O poder público tem o poder de mudar essa situação.O desenvolvimento do nosso país, investindo nas empresas brasileiras abrindo portas para novos empregos, para os jovens e idosos.

Se o plano dos governantes que nós, brasileiros, escolhemos, fosse um plano de desenvolvimento para o nosso país, um plano de previdência social no Brasil.

Observação: este trabalho foi desenvolvido sem ajuda e sem pesquisa na internet. É um trabalho com idéias próprias

Depoimento de um Drogado

Leonir Kerber Ortiz


Tudo começou com 9 anos de idade. Meu pai me batia muito, minha mãe foi embora e me deixou para traz. A vida foi muito dura. Comecei a sair com aqueles que se diziam ser meus amigos, até uma hora que me obrigaram a provar as drogas. Comecei com o cigarro. Pensava que não dava nada, assim experimentei outras drogas. Até o ponto que me obriguei a tomar a decisão: era a vida ou a morte. Pois comecei com uma simples dor de cabeça, procurei um médico para ver o que era, não adiantou nada. Saí de casa e fui embora, porque tinha medo de acabar machucando aqueles de quem eu gostava. Parti com uma decisão em mente de nunca mais voltar. Mas nessa viagem, foi aí que encontrei minha mãe.A vida ao lado dela ia bem até ela descobrir que eu fumava, foi aí que começou meu pesadelo. Passou a me maltratar, dizendo que não tinha lugar pra mim em sua casa, até que resolvi parar de fumar não como eu pensava pois quase todos que eu conhecia fumavam e por isto sentia vontade de fumar, mas resisti a vontade de fumar fiquei fumando, aproximadamente dois meses fumando escondido pensei que isso não me levaria a lugar nenhum!

Mas sobrevivi e hoje faço curso, ganho meu dinheiro e não dependo de ninguém.
Graças a deus sai desse roubada!!!
Quer um conselho? Nunca com drogas!!!!!
Drogas são todas as substâncias químicas que causam dependência, ou seja, droga o próprio nome já diz: é uma droga.

O texto em si conta uma história real vivida por uma pessoa que consegue se erguer na vida.

Principais efeitos das drogas:
Perda de memória,
Sonolência,
Sem vontade nenhuma,
Olhos avermelhados,
Queima de neurônios,
Perde as estribeiras.

Saturday, November 25, 2006

Violência Infantil

Roberto A. Zandoná
Severino Brustolin
Morrys Panassol
Francisco M. da Silva


A violência existe desde primórdios da humanidade. São roubos, assassinatos, estrupos e agressões contra adolescestes e crianças no mundo inteiro.

São atos de agressão física, moral e sexual contra os seres humanos que não possuem quaisquer tipo de defesa contra os maiores de idade.

Apesar de existir uma lei de proteção ao menor (ECA), ainda continua acontecendo em nossa cidade, no Brasil e no mundo inteiro.

Para que estas agressões tivessem um percentual menor, acreditamos que se toda a população mundial fosse um pouco mais instruída não haveria tanta violência.

Só através da educação e uma boa infra-estrutura familiar poderia amenizar um pouco desses atos criminosos contra a infância.

Evidentemente que a mídia e responsável por grande parte destes atos que acontecem no dia a dia com nossas crianças.

O uso de drogas lícitas e não lícitas está fazendo com que os jovens pratiquem atos criminosos contra outros jovens.

Atos mais comuns que esses delinqüentes cometem são roubos e agressão sexual. De nada adianta existir um programa contra violência de jovens e crianças se a própria família, escolas e autoridades competentes não conseguem fazer com que as leis sejam cumpridas.

Observação: Trabalho desenvolvido sem consulta na internet, com idéias e conceitos dos autores

O Desemprego no Brasil

Bruna Cardoso
Jocemara Saldanha
Maria Cecília da Silva



Meu objetivo é falar sobre a situação do desemprego no Brasil, mas quero colocar que esse é um problema mundial. Na Europa, por exemplo, o problema é gravíssimo, mesmo nos países subdesenvolvidos existe muito. No Brasil a preocupação é grande porque o IBGE fala em taxa de 12%. Pesquisando sobre o desemprego achei um comentário interessante de Stephen Kanitz, “... muitas entidades recusaram voluntários por excesso de procura, o que é uma boa e má notícia é que nem pra trabalhar de graça, hoje em dia há vagas nesse país...”.

O desemprego traz muitos problemas e vem crescendo surpreendentemente. Em São Paulo teve o recorde histórico de 14,9% última pesquisa feita pelo IBGE, e temos que colocar que desempregado é todo aquele que não trabalha com carteira assinada.

Um ponto para pensarmos? Quais seriam as reais causas do desemprego ou que levaram o nosso país a crise em que se encontra? Seria o progresso tecnológico, a falta de atenção do governo, as tantas exigências para se ocupar uma simples vaga, enfim acho que uma leva a outra e quem sofre as conseqüências é a população, assim gerando excesso de trabalho de uma parte da população, às vezes não necessariamente porque muitas funções hoje em dia são ocupadas por máquinas. Acredito que se os políticos que prometem acabar com a pobreza começassem proporcionando oportunidades de emprego já seria um grande passo, pois a falta de trabalho acaba prejudicando todos os setores da vida das pessoas, não só o profissional, porque se você não tem um emprego, não tem renda nenhuma, e se você não tem renda como vai sobreviver? Como vai ter uma vida social? Com a ajuda do governo, não. Não é isso que queremos, não é isso que precisamos, pois a falta de oportunidade gera perda da auto-estima, depressão, e o pior, leva até a criminalidade.

Acredito que o principal motivo que gera o desemprego é a tecnologia avançada, e o governo poderia disponibilizar mais verba para criação de novas empresas, e assim gerar novos empregos, porque a população cresce e necessita que a economia cresça junto, mas sem muitas exigências, por exemplo, de grau de escolaridade e qualidade de cursos profissionalizantes, porque existem, sim, vagas disponíveis no mercado de trabalho, mas pedem experiência nas áreas ou ensino superior, cursos, etc... Mas volto a ter o mesmo raciocínio, se ninguém der oportunidade como as pessoas terão experiência? Ou como poderão cursar faculdade? Como fazer cursos profissionalizantes sem ter um emprego?

Acho que está mais do que na hora do governo se impor a respeito da situação, pois é um problema que não pára de crescer, deve ser criada nova legislação trabalhista e também a redução da jornada de trabalho semanal, sem alteração nos salários. Para começar, deve ser feita alguma coisa, nem que seja apenas divulgar que vai haver mudanças, também não adianta só divulgar ou só fazer promessas, que ao que parece é o que os políticos do nosso país mais gostam de fazer, devem ser dadas mais oportunidades aos jovens, já tem o projeto do primeiro emprego, mas falo em outro sentido, vão dar um exemplo, se seu primeiro emprego foi no comércio, você adquiriu experiência no comércio, e depois tentar entrar no ramo industrial, precisa ter experiência, e como ter experiência se você só trabalhou uma vez e foi no comércio?Acho que falta conscientização e compreensão da parte dos empresários.

Pesquisando achei algo que não posso deixar de colocar: vocês acreditam que o nosso país está em terceiro lugar mundial de maior número de desempregados? Queria eu ter conhecimento, influências, bom, o necessário para poder mudar isso, mas enquanto não chego lá deixo aqui esse depoimento para que todos possam estar ciente da situação do nosso Brasil. E para você que gostou do texto e chegou até aqui, não pense que fiz esse depoimento por obrigação ou simplesmente por fazer, tudo que escrevi aqui foi com toda sinceridade, este é o depoimento de uma jovem de apenas 18 anos que por não ter tido oportunidade de estudar, mas que hoje retornou a sala de aula e que há mais de um ano vem tentando arrumar um trabalho e nada; e é aí que entra o que eu coloquei sobre o preconceito com pessoas jovens e também os mais velhos, deficientes, homossexuais etc... Pois com grande participação nesse depoimento estão duas colegas de 46 e 38 anos que também por não terem tido oportunidade hoje retornam as salas de aula.

Termino meu desabafo agradecendo a todos que leram e pedindo aqueles que podem fazer algo para mudar essa situação, que não fiquem parados, como disse, divulguem, façam o que for possível, mas isso não pode continuar assim.

Drogas

Willian Ricardo Dorneles


Em 1935 o botânico Carlineo nomeou a maconha como canibes. Indica o biólogo francês Jean Baptiste Lamarck que por muitos anos a maconha foi legal. Sua ilegalidade em vários países incluindo o Brasil se deu por volta do século XX, mas ainda existem países onde a maconha é legal e em outros países ela é comercializada.

Principais efeitos:

Os efeitos causados pelo consumo da maconha, bem como a sua intensidade, são os mais variáveis. Estão intimamente ligados a dose utilizada, a concentração de THC na erva consumida e a reação do organismo do usuário com a presença da droga.

Os efeitos físicos mais freqüentes são avermelhamento dos olhos, ressecamento da boca e aumento do batimento cardíaco de 60-80 por para 120-140 por minuto.

Como identificar um usuário de drogas:
1 mudança de comportamento;
2 ficar mais nervoso;
3 o jovem se apresenta impaciente, inquieto, irritado, agressivo e violento;
4 estado de angústia sem motivo aparente;
5 pouco aproveitamento escolar e desiste de estudar;
6 insônia e sono agitado;

Esses são só uns dos sintomas.
Minha opinião:

Eu acho que o que leva os jovens a usar drogas são poucos cuidados da família, má influência dos amigos, má companhia e morar em bairros perigosos.